Quando estou aborrecida o que faço? Ponho-me a limpar pois está claro. Mudar disposições dos móveis e tal. Posso não estar muito bem mas a casa ao menos fica limpa :D
E distraio-me. Mais um post sem jeito nenhum, mas apeteceu-me.
Ontem foi a festinha do meu sobrinho. Tava tão fofi. Capa, chapéuzinho, livro das fitas. Em Setembro já vai para o 1º ano. Tou tão babada. :) É a coisa mai linda da tia :)
Beijinhos*
que falta para fazer anos. Não estou com muita vontade de festejar para dizer a verdade. Não sei porquê. Vai ser como um dia qualquer. Às vezes gostava que algumas pessoas prestassem mais atenção. O meu irmão, por exemplo, é raro de oferecer algo nos anos ou no Natal. Não é pelo dinheiro, é pelo gesto. Magoa. Sou uma rapariga de gostos simples, não lhe custava nada perder 10 minutos a ver duma coisa simples. Mas nem isso. Não costumo ligar a coisas caras, pelo contrário, o gesto é que conta. Coisas tipo uns brincos ou um verniz, que saibam que vou gostar, pessoas que já me conhecem é raro errarem quando me oferecem algo. E gosto. Sou pelas coisas simples, que tenham significado.
Sinopse: O casamento pode dar cabo de uma pessoa…
Uma manhã de verão no Missouri. Nick e Amy celebram o 5º aniversário de casamento. Enquanto se fazem reservas e embrulham presentes, a bela Amy desaparece. E quando Nick começa a ler o diário da mulher, descobre coisas verdadeiramente inesperadas…
Com a pressão da polícia e dos media, Nick começa a desenrolar um rol de mentiras, falsidades e comportamentos pouco adequados. Ele está evasivo, é verdade, e amargo – mas será mesmo um assassino? Entretanto, todos os casais da cidade já se perguntam, se conhecem de facto a pessoa que amam. Nick, apoiado pela gémea Margo, assegura que é inocente. A questão é que, se não foi ele, onde está a sua mulher? E o que estaria dentro daquela caixa de prata escondida atrás do armário de Amy?
Com uma escrita incisiva e a sua habitual perspicácia psicológica, Gillian Flynn dá vida a um thriller rápido e muito negro que confirma o seu estatuto de uma das melhores escritoras do género.
Opinião: Posso dizer que entendo o porquê de ser o nº1 do New York Times. É sem dúvida um livro fascinante. A história é diferente do que costumo ler. Confesso que não estava à espera daquela reviravolta a meio do livro, e o final então, nada à espera mesmo. É fácil de ler, o mistério do desaparecimento da mulher prende, cativa.
Porque esta música traz recordações.
Aquelas recordações que apesar de tudo ficam connosco.
Que fazem parte de nós.
Do nosso crescimento, pois afinal é com os erros que aprendemos.
Que nos tornamos mais humanos.
A facilidade com que uma coisa hoje em dia se torna descartável.
É uma coisa tremenda, devia ser irreal.
Pois sentimentos não se apagam.
Mas alguns fazem-nos mal.
Tenho cara de menina, pensamentos de mulher.
Não aceito quem me subestima.
Pois não sabe o que passei para assim ser.
Isto é uma espécie de tentativa de fazer poesia.
Só porque assim me apeteceu, para acabar o dia.
tão grande desta maravilhosa cidade... "Eu quero voltar para a ilha" :D
Não sei quando, mas hei-de voltar lá. É uma cidade fabulosa, de sonho. Londres. Única.
Uma pessoa dá uma volta pelo centro comercial, até pode nem comprar roupa. Depois passa na oysho, e lá vai mais uma lingerie para a colecção. Isto realmente :D podia ter vícios piores não é?